Archive for ◊ 2008 ◊

Depois da promessa da Rede Globo, feita em 2007, de exibir o filme Código Da Vinci em 2008, pudemos assisti-lo, faltando apenas 4 dias para 2009. Obrigado pela promessa cumprida. Como dizem “Antes tarde do que nunca”.
Minha opinião sobre o filme, assim como a de qualquer outra pessoa que leu o Livro do Dan Brown, é a de que ele é trash. Mas não quero falar sobre o filme. Só quero aproveitar o momento para divulgar a palestra que assisti em 2006.
Apesar de o prefácio do livro dizer que se trata de algo verídico, há inúmeros motivos que mostram o contrário. Até mesmo contradições existentes no livro de Dan Brown.
O texto da palestra apresenta esses pontos falhos. E vemos que de revelação não há nada. O texto da palestra está disponível no link abaixo. Boa leitura
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Ganhei de presente do Paulo Berberth o mais novo livro de Antony Flew chamado Deus Existe. Como há alguns dias terminei a leitura de A Cabana este amigo acabou me dando o livro do Flew pois viu que era o tipo de leitura que eu gosto. Apologética. Flew é considerado o principal filósofo dos últimos cem anos. Defendera o ateísmo por mais cinqüenta anos. Nesse período, ninguém conseguiu expor suas teorias de forma tão completa, original e sistemática como ele fez. E agora, em Deus existe, Flew trata de suas origens e crenças iniciais e de como e por que passou a acreditar em Deus. |
O livro é dividido em duas partes mais dois apêndices. Na primeira parte ele retrata sobre sua negação do divino, na segunda parte retrata da sua descoberta do divino.
Os apêndices foram colocados no livro pois serviram de argumentos para Flew mudar de posição com relação a existência de Deus. O primeiro apêndice é uma análise do ateísmo de Richard Dawkins e outros. O segundo é um diálogo aberto sobre um assunto de grande interesse: se há qualquer tipo de revelação divina na história da humanidade, trata-se de um diálogo de Flew com o estudioso N. T. Wright .
A leitura deste livro foi bastante interessante e importante para mim e minha vida ao lado de Deus. Trata de questões que tiram os alicerces de qualquer ateu convicto. Afinal de contas, é dificíl ter fé suficiente para ser ateu. Mas este é um assunto para outro post.
Na última sexta-feira ganhei de amigo secreto de uma colega de trabalho o Livro a Cabana de William P. Young. Em poucas horas, neste final de semana, devorei o livro.
O enredo é cativante. A leitura me lembrou o Código da Vinci . É difícil parar de ler. Fechar o livro para fazer outra coisa foi quase impossível, não fossem as obrigações do final de semana.
Este livro me lembrou o livro O Peregrino de John Bunyan que li há alguns anos. Em O Peregrino, livro que faz parte do rol dos mais vendidos e lidos no mundo, há um romance ao redor de um homem em busca a cidade celestial. Em A Cabana o protagonista, Mack, juntamente com sua família vive uma tristeza profunda e está em busca de libertação.
Numa época do ano onde as pessoal trocam presentes por conta do natal (Nascimento do Menino Jesus) este é um excelente presente.
O livro está em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do ‘The New York Times’. Recomendo!
O Joomla é um CMS (gerenciador de conteúdo) que permite a qualquer um criar um website de qualidade sem que tenha que conhecer linhagem de computador, nem que tenha que dedicar muito tempo com o site.
Um site em Joomla possui 2 versões. A versão normal visualizada no endereço www.seu_site.com.br e a versão administrador www.seu_site.com.br/administrator. A primeira é aquela que o público tem acesso. A outra é para que você o administre, modifique seu layout, inclua textos, artigos, imagens.
O Joomla possui os seguintes recursos: publicação de artigos, configuração de múltiplos layouts de página, cores, linguagens, componentes (que permitem turbinar seu site). Textos são organizados em Seções e Categorias que depois são utilizadas para organizar a visualização do material nas páginas e opções de menu.
No texto a seguir descrevo, passo-a-passo como executar as funções mais comuns no Joomla. Organizei-as de maneira a deixar os recursos mais utilizados descrito primeiro.
Inclusão de um artigo
No Painel de Usuário (Control Panel) clique em Add New Article
Informe o título do artigo em Title. Não é necessário informar o Alias.
Selecione a seção e categoria do artigo. Caso queira que o artigo saia na página principal (de entrada) do Site marque a opção Front Page.
Abra o arquivo DOC que contém o texto original do artigo, selecione todo o texto, Copie e Cole na caixa de texto disponível.
Para disponibilizar na FrontPage apenas as primeiras estrofes do artigo é preciso dividi-lo. Para isso vá no ponto deseja do texto, e deixe o cursor do teclado lá. Em seguida clique no botão Read More.
Algo importante. Textos com numeração/marcação costumam mostrar um texto <!–ListAlgumaCoisaQuenNaoMeLembroMais> ao serem visualizados pelo Internet Explorer. Isso acontece pois algumas marcações foram incluídas no código Web do artigo e que não são vistas no momento do Copiar/Colar para o Joomla. Para corrigir este problema clique no botão HTML e remova do texto expressões no seguinte formato <!–ListAlgumaCoisaQuenNaoMeLembroMais> e <!–ListAlgumaCoisaQuenNaoMeLembroMais/>
Por fim, caso queira publicar o artigo por um período de tempo apenas (pode ser um período futuro, o Joomla irá publicá-lo apenas a partir de 2010 automaticamente, caso queira), informe a Start Publishing, e informe o Finish Publishing se quiser que o texto saia do ar em alguma data.
Por fim, salve o artigo. Clique em Apply apenas para salvá-lo e permanecer na página em que está para possíveis correções. Caso queira salvar e voltar ao Painel do Usuário clique em Save.
Lembre-se sempre de verificar como o artigo ficou na página. É comum o texto no Joomla aparecer de uma forma e no site ficar um pouco diferente.
Que tal instalar o Windows XP em um pentium MMX 233 com menos de 100 MB RAM ?
A idéia é criar sua própria versão de Instalação do Windows XP com apenas os drivers, componentes e suporte a idiomas necessários. Você vai precisar do seu CD do Windows XP original e do nLite.
nLite é o programa que faz cria uma versão Lite da Instalação a partir do CD Original (dica de http://www.babooforum.com.br/forum/index.php?showtopic=247116)
Veja o tutorial passo-a-passo do nLite aqui http://www.guiadohardware.net/tutoriais/nlite/
Aqueles que ainda não pintaram o computador velho que tinham de verde e jogaram no mato pra ninguém achar, podem ressuscitá-lo. É só instalar o XP “Lite” e have fun!.
Ah, existem alternativas linux para este tipo de PC velhinho, mas indico para os alternativos de plantão: http://www.damnsmalllinux.org, por exemplo.
Antes que eu me esqueça, enfrentei um problema na hora de instalar o Windows a partir do CD: como bootar a partir de um CD usando um PC antigo, sendo que a BIOS não dá suporte a isso ?
Consegui resolver o problema usando um programa chamado Smart Boot Manager – http://btmgr.sourceforge.net/download.html
Então criei o disco de boot e copiei o programa lá (para criar o disco http://www.bootdisk.com/bootdisk.htm) .
Em seguida, bootei a partir do disquete e instalei Boot Manager no próprio disquete.
Depois bootei de novo a partir do disquete e apareceu um menu perguntando de onde queria bootar, e o CDROM era uma das opções. Depois foi só aguardar a instalação e ALL DONE!.
[]‘s
“Num lugar não muito longe daqui havia um poço fundo e escuro onde, desde tempos imemoriais, uma
sociedade de rãs se estabelecera. Tão fundo era o poço que nenhuma delas jamais havia visitado o mundo de fora. Estavam convencidas de que o universo era do tamanho do seu buraco. Havia sobejas evidencias científicas para corroborar esta teoria e somente um louco, privado dos sentido e da razão, afirmaria o contrário. Aconteceu, entretanto, que um pintassilgo que voava por ali viu o poço, ficou curioso, e resolveu investigar suas profundezas. Qual não foi sua surpresa ao descobrir as rãs! Mais perplexas ficaram elas, pois aquela estranha criatura de penas colocava em questão todas as verdades já secularmente sedimentadas e comprovadas em sua sociedade. O pintassilgo morreu de dó. Como é que as rãs podiam viver presas em tal poço, sem ao menos a esperança de poder sair? Claro que a idéia de sair era absurda para as rãs pois, se o seu buraco era o universo, não poderia haver um “lá fora”. E o Pintassilgo se pôs a cantar furiosamente. Trinou a brisa suave, os campos verdes, as árvores copadas, os riachos cristalinos, borboletas, flores, nuvens, estrelas… o que pôs em polvorosa a sociedade das rãs, que se dividiam. Algumas acreditaram e começaram a imaginar como seria lá fora. Ficaram mais alegres e até mesmo mais bonitas. Coaxaram canções novas. As outras fecharam a cara. Afirmações não confirmadas pela experiência não deveriam ser merecedoras de crédito, elas alegavam. O Pintassilgo tinha de estar dizendo coisas sem sentido e mentiras. E se puseram a fazer a crítica filosófica, sociológica e psicológica do seu discurso. A serviço de quem estaria ele? Das classes dominantes? Das classes dominadas? Seu canto seria uma espécie de narcótico? O passarinho seria um louco? Um enganador? Quem sabe ele não passaria de uma alucinação coletiva? Dúvidas não havia de que o tal canto tinha criado muitos problemas. Tanto as rãs dominantes quanto as rãs dominadas (que secretamente preparavam uma revolução) não gostaram das idéias que o canto do pintassilgo estava colocando na cabeça do povão. Por ocasião da próxima visita o pintassilgo foi preso, acusado de enganador do povo, morto, empalhado a as demais rãs proibidas, para sempre, de coaxar as canções que ele lhes ensinara…;” Parábola retirada do livro Transparências da eternidade de Rubem Alves







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